Sobre as Próteses Mamárias de Silicone

Elas são seguras!

O que ocorreu, como acredito que todos já saibam, fora a adulteração do gel de silicone, da marca PIP – Poly Implat Prothese e da marca Rofil (que são empresas do mesmo dono, Jean-Claude Mas, que fora preso na data de 26 de janeiro de 2012), de silicone em gel de uso médico, para silicone em gel “industrial”.

Nestas marcas existem casos de maior incidência de rotura e de vazamento deste material, que, por não ser de uso médico (silicone industrial), está sujeito a maiores índices de contratura capsular e processos inflamatórios crônicos da mama.

O governo francês realizou testes que comprovam o comprometimento da resistência dessas próteses aumentando a probabilidade do silicone nele preenchido poder vazar causando a irritação.

Os mesmos testes DESCARTAM O RISCO DE TOXICIDADE E CÂNCER.

No Brasil essa marca deixou de ser importada em abril de 2010, a princípio, pelos altos índices de rotura dos implantes.

Abaixo segue parte do texto explicativo da SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIRURGIA PLÁSTICA, que pode ser lido na íntegra, e com todas as resoluções tomadas junto ao Governo Federal, por todas vocês no endereço eletrônico:

 

http://www.cirurgiaplastica.org.br

 

Clicando em COMUNICADO IMPORTANTE

“não existem razões que justifiquem a remoção e substituição preventivas dessas próteses, a não ser que uma ruptura efetiva seja identificada. Não obstante, recomenda-se que as mulheres portadoras das próteses PIP procedam à avaliação médica a fim de definirem junto a estes profissionais a melhor conduta a ser adotada.

Isto posto todas as mulheres com outros implantes mamários devem continuar a se sentir seguras com este dispositivo. Muitos estudos científicos demonstram que mulheres com implantes mamários tendem a uma incidência 30% menor de câncer de mama do que o estatisticamente esperado.

A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica reitera a todas as mulheres, portadoras ou não de implantes mamários, os princípios básicos de auto-exame das mamas e avaliação médica periódica.

Considerando a competência para o assunto, a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, recomenda que qualquer grave e/ou inesperada ocorrência relacionada às referidas próteses PIP, sejam notificadas a ANVISA, por meio do e-mailtecnovigilancia@anvisa.gov.br

De mesma forma recomenda a leitura de texto informativo disponível no portal da ANVISA (www.anvisa.gov.br).

De acordo com as evidências científicas atuais, conclui:

  • Não há motivos para pânico;
  • As próteses (PIP – Poly Implante Prothese), alteradas em sua confecção ou não, só apresentam riscos se estiverem rotas;
  • Os problemas efetivamente ocorridos (ruptura da prótese) são diagnosticáveis e tratáveis por meio de cirurgia específica;
  • As mulheres portadoras das próteses PIP devem procurar seus cirurgiões para avaliação e eventual tratamento necessário;
  • Os Cirurgiões Plásticos que utilizaram as próteses PIP devem convocar suas pacientes para avaliação;
  • A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica permanece atenta as apurações dos fatos e eventuais decisões futuras da ANVISA.

São Paulo, 04 de janeiro de 2012.

Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica”

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